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Diálogos Incertos foram um sucesso!

4 mai

Como um encontro espontâneo pode ser organizado? Esta foi a pergunta que disparou nossas ações para promovermos os Diálogos Incertos, evento realizado durante todo o dia 16 de abril no Espaço Terra, em Embu das Artes, São Paulo.

O projeto suriu a partir de uma série de conversações que a Papagallis ativou junto à Traveland Viagens e Turismo. Nosso primeiro contato com a equipe de travelanders gerou uma empatia imediata. Encontramos pessoas interessadas em ampliar verdadeiramente os horizontes reflexivos de sua equipe. Ao invés da boa e velha conversa empresarial sobre resultado, otimização de lucros, motivação e satisfação dos clientes, nos deparamos com pessoas inquietas, repletas de perguntas sopbre inovação, novos paradigmas e pensamento sistêmico. Foi amor à primeira vista!

Tanto assim que nem pensamos em estabelecer entre nós e a Traveland algum tipo de relação cliente/comprador. Partimos logo para um projeto em conjunto que seria algo próximo de um espaço para livre conversações orientadas para o bem-estar humano como um fundamento das relações. Nasceram assim os Diálogos Incertos, em evento que foi sendo construído a partir da co-inspiração de todos, com o apoio institucional de parceiros da Traveland (e como eles tem contatos, uau!), e a boa vontade de amigos e especialistas de nossa rede que toparam estar naquele dia apenas pelo prazer dosa fluxos de convivência.

O processo de convite foi propositadamente distribuído. Não formulamos uma lista única, nem consensuamos algum tipo de perfil de convidado. Nos comprometemos, cada pessoa da Papagallis e da Traveland que esteve envolvida de alguma maneira no encontro, a convidar pessoalmente apenas pessoas com quem gostaríamos de estar numa ocasião como esta. Claro que entre estes haviam clientes, fornecedores e parceiros mas de também ali estavam amigos, conhecidos e pessoas que gostaríamos de conhecer melhor. Então montamos um blog para reunir as informações sobre o encontro e, inadvertidamente, esquecemos de escondê-lo do Google, o que permitiu inclusive a presença de pessoas que casualmente encontraram o convite e pediram para vir também.

Para arrematar, nos últimos dias que antecederam o encontro, tivemos a idéia de convidar nosso amigo Ignacio Muñoz Cristi, antropólogo chileno, poeta e docente-pesquisador da Biologia Cultural de Humberto Maturana e Ximena Dávila. Passagens aéreas e hospedagem para Ignacio surgiram no fluxo do encontro e pudemos contar com esta preciosa presença para reforçar nosso encontro. Ignacio estava com a agenda comprometida mas disse: “Para um encontro incerto como este, vou tentar remanejar meu compromisso.” Nerm foi preciso, a outra parte cancelou a atividade e Inacio confirmou presença. Estava feita a festa. E assim foi.

Na foto acima, no final do encontro, os travelanders e os papagaios se reuniram num abraço com Ignacio Muñoz para celebrar o sucesso do encontro. Querem saber sobre o que discutimos? Comece a seguir o blog dos Diálogos Incertos que vai ganhar conteúdo sobre este encontro nos próximos dias. Valeu mesmo!

Redes digitais ou redes sociais. Afinal, quem está conectado vive e aprende em rede?

21 jan

Além das rodadas de conversações que acontecerão no lounge da Vivo no Campus Party, a Papagallis também está coordenando um debate especial com um confronto de visões antagônicas/complementares muito interessantes.

Grandes especialistas em suas áreas irão explorar esse tema com o entusiasmo que lhes é peculiar. Quem? Augusto de Franco (Escola de Redes), Bob Wollheim (Sixpix), Martha Gabriel (professora e consultora de mídias sociais), Walter Lima Jr (pesquisador e professor da Faculdade Cásper Líbero), e Luiz Algarra – Mediador (Papagallis).

Onde? Arena dos Campuseiros

Quando? Quinta (28/jan), as 20h

Cloud treinamento call center

2 dez


Cloud treinamento call center

Upload feito originalmente por Papagallis

Para quem não sabe, a Papagallis anda bastante ocupada com um desafio considerável em andamento: propor um novo design para o treinamento dos profissionais da Vivo nos callcenters de seus parceiros.
Estammos a meses trabalhando neste projeto, propondo modelos de aprendizagem alternativos, baseados em diálogos presenciais e virtuais, e agora estamos tendo a oportunidade de operar diretamente algumas turma de aprendentes em um projeto experimental de grande valor.
Não podemos entrar em detalhes do projeto por questões legais de proteção de mercado mas gostaríamos de dizer que sim, é possível propor novos espaços de aprendizagem para um setor que está sendo desafiado pela sociedade brasileira e encontrar novos caminhos para a prestação de serviços mais compatíveis com uma multidão de consumidores cada vez mais críticos e conectados!
Esta imagem é uma nuvem de palavras consolidada a partir da captura da íntegra dos textos produzidos pelas turmas piloto que estamos orientando a partir de uma nova abordagem de aprendizagem, bem mais livre, espontânea e eficaz!
Vamos ver como tudo isso poderá refletir em um atendimento cada vez mais humano e qualificado que é, em síntese, tudo que a Vivo e seus parceiros vem buscando para entregar para essa massa de mais de 40 milhões de clientes em todo o Brasil.

Encontros de conversação por videoconferência

9 out

A necessidade faz a invenção. Hoje tivemos oportunidade de atuar m um contexto de conversação absolutamente novo para nós: a vídeoconferência!

Depois de rodarmos as principais capitais do Brasil promovendo encontros de conversação sobre sustentabilidade no projeto Multiconexão Vivo, ainda uma série de cidades desejava participar do processo e simplesmente não seria possível estarmos em todas elas. Haja pegada de carbono, hein?

Então resolvemos nos render a uma ferramenta bastante comum hoje nas empresas: a sala de vídeoconferência. Agendamos encontros em diversas cidades do Brasil ao mesmo tempo, conectamos todas em um canal de videoconferência e começamos o trabalho!

A experiência ofi fantástica e os resultados surpreendentes. Organizamos as conversações de modo que tivéssemos que interferir o mínimo, evitando interromper os grupos em seus fluxos de diálogo.

Começamos com uma atividade inicial e a partir daí seguimos apenas acompanhando as conversas de longe, quase sem interferir. As pessoas puderam interagir em suas localidades em grupos de uma dúzia de participantes, conversando sobre o tema sustentabilidade a partir de suas mais diversas dimensões.

Ao contrário de nossas preocupações que indicavam que conversar deste modo seria dificultoso e impessoal, nossa experiência demonstrou justamente o contrário, com privacidade em seus locais e baixa interferência dos organizadores, as conversas puderam surgir com intensidade e profundidade!

No final do dia quase 10 cidades haviam participado com uma média de oito a dez por cidade. Ou seja, um sucesso!

Agora sabemos que através da vídeoconferência podemos especificar dinâmicas, promover encontros e colher conversações bastante potentes. Pelo menos foi assim que aconteceu nesta série de encontros da Vivo.

Fragmentos coerentes de uma conversação em curso

6 jul


Five pencils

Upload feito originalmente por Rune T

Estas são as contribuições de Luiz Algarra até este momento a um debate que está acontecendo na Escola de Redes onde um grupo de entusiastas, animados por Augusto de Franco e sua percepção de que já sabemos como estabelecer redes em empresas o organizações, discute os diversos aspectos deste tema.

Não deixe de aocmpanhar toda a conversação e inscreva-se na Escola de Redes se aprecia o assunto.

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É isso mesmo, Augusto. Nós da rede Papagallis estamos exatamente neste ponto. Temos conversado assiduamente com pessoas que tem algum porder de decisão dentro de organizações hierárquicas e que já desejam propor experiências em rede para suas comunidades. O que temos vivido nos últimos meses em que mantemos estas conversações com estas pessoas é uma dificultosa caminhada no sentido de implantar uma experiência temporária (pelo menos) nas organizações que exigem saber PARA QUÊ servirá tal experiência e quais serão seus RESULTADOS PRÁTICOS E IMEDIATOS.
Como não queremos criar falsas expectativas sobre os resultados percebidos desta rede, principalmente porque não podemos conhecer qualquer resultado de uma rede, sobretudo porque a PRÓPRIA REDE É O RESULTADO, então vamos a passo de minhoca penetrando no tecido blindado das corporações.
Por outro lado esta atividade tem sido extremamente satisfatória já que está nos trazendo um aprendizado enorme sobre os pontos de resistência que preservam nas organizações o status quo da hierarquia.
Além disso, conversar com nossos visinários interlocutores que lutam para fazer avançar suas comunidades, nos traz uma experiência muito recompensadora: vê-los refletir sobre seu próprio modo de viver nestas organizações e desenvolver um pensamento sistêmico sobre os limites de sua organização e sobre o significado de viver em rede!
Bem, não vamos desistir, seguimos tentando. Não porque estamos em algum tipo de batalha ou militância xiita, nada disso. Seguimos sem esforço apenas porque já não é possível voltar atrás, ignorando que o modelo de rede será o próximo passo da humanidade em sua tresloucada aventura de preservar a si mesma.
Ou alguém aí duvida que se a hierarquia persistir por muito tempo toda a vida humana na terra poderá desaparecer? Na competição amigos, está nossa extinção, apenas isso. (mais…)

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