Neste caso me proponho a orientar qualquer encontro humano, de vinte a duzentas pessoas, por um período entre duas e seis horas, visando facilitar para o grupo um fluxo de construção positiva para inovação, aprendizagem ou decisão coletiva. Para tanto trago referências de diversas técnicas conversacionais como worldcafe, investigação apreciativa, aquário, círculo reflexivo e desconferência.
O processo de construção de uma facilitação como esta começa com um contato entre os gestores do projeto em uma conversação onde eu possa em envolver com o fluxo presente na comunidade. Quais são os temas que surgem nas conversas frequentes do grupo? O que pode ser entendido como premissas e modelos mentais que se conservam nas falas do grupo?
A partir daí proponho um roteiro do encontro, geralmente construído com perguntas reflexivas que, quando aceitas pelo grupo, podem levar a poderosas reflexões e diálogos provocantes e envolventes.
Assumo a postura de facilitador durante o encontro e aplico o roteiro de modo dinâmico, ajustando o que for preciso conforme a resposta e manifestação do grupo.
Ao final temos algum tipo de fechamento do encontro, entretanto sem técnicas de consenso ou alinhamento geral de percepções. Sempre mantendo a diversidade opiniões e a possibilidade das pessoas agirem em um contexto mesmo sem terem necessariamente a mesma visão sobre um tema.
ALGUNS CASES DE CONVERSAÇÃO
- Aliz
- Bio Ritmo
- Campus Party (2009/2010/2011)
- Telecentros Acessa Escola (Escola do Futuro – USP)
- Escola Internacional de Alphaville (Planejamento anual)
- Expo Y – Exercício de futurologia
- Governo de Minas – Movimento Minas
- Global Forum São Paulo
- Instituto Vivo
- Itaú Social
- Itautec
- Ministério da Cultura (Teia 2007)
- Nokia
- Pátria Investimentos
- RedeLab Vivo BH
- SBGC – Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento
- Unimonte
- Vivo (Multiconexão Vivo Sustentável)
