Neste caso me proponho a orientar qualquer encontro humano, de vinte a duzentas pessoas, por um período entre duas e seis horas, visando facilitar para o grupo um fluxo de construção positiva para inovação, aprendizagem ou decisão coletiva. Para tanto trago referências de diversas técnicas conversacionais como worldcafe, investigação apreciativa, aquário, círculo reflexivo e desconferência.

O processo de construção de uma facilitação como esta começa com um contato entre os gestores do projeto em uma conversação onde eu possa em envolver com o fluxo presente na comunidade. Quais são os temas que surgem nas conversas frequentes do grupo? O que pode ser entendido como premissas e modelos mentais que se conservam nas falas do grupo?

A partir daí proponho um roteiro do encontro, geralmente construído com perguntas reflexivas que, quando aceitas pelo grupo, podem levar a poderosas reflexões e diálogos provocantes e envolventes.

Assumo a postura de facilitador durante o encontro e aplico o roteiro de modo dinâmico, ajustando o que for preciso conforme a resposta e manifestação do grupo.

Ao final temos algum tipo de fechamento do encontro, entretanto sem técnicas de consenso ou alinhamento geral de percepções. Sempre mantendo a diversidade opiniões e a possibilidade das pessoas agirem em um contexto mesmo sem terem necessariamente a mesma visão sobre um tema.

ALGUNS CASES DE CONVERSAÇÃO

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