Caminhei com meu velho amigo Alberto por seu antigo bairro em Santo André. Perto do Moinho São Jorge as casas populares ainda resistem. As ruas de paralelepípedo, carregadas de lembranças, nos transportaram para um tempo onde o o moinho ainda reinava, o rio existia com suas margens de terra e as crianças brincavam nas ruas pedalando suas bicicletas.
Cada esquina, loja ou padaria foi revivida pela memória impecável do Alblum. Um encontro casual nos levou até lá (haverá o acaso?) e, para mim que o conheço a mais de vinte anos, foi um privilégio.

